Mãos ao ar

Blogue de discussão desportiva. Qualquer semelhança entre este blogue e uma fonte de informação credível é pura coincidência e não foi minimamente prevista pelos seus autores. Desde já nos penitenciamos se, acidentalmente, relatarmos uma informação com um fundo de verdade. Não era, nem é, nossa intenção.

sexta-feira, abril 24, 2009

Foi chuto ou pontapé?

Imaginem este momento televisivo.

Apresentador: Senhor Pol Pot, acabámos de ver estas imagens dos campos de extermínio de Adolf Hitler. O que é que passa pela cabeça de um ditador para fazer uma barbaridade destas?
Pol Pot: Eu, realmente... Vá-se lá saber o que passa pela cabeça de uma pessoa. Isto é uma branca que lhes dá. A gente até diz que o relógio lhes pára por uns segundos e que a pessoa não está bem em si. Não pode estar. Que barbaridade, realmente. Eu, isto... É que nem parece humano. Há gente que só está bem a estragar a vida aos outros, é o que é. Deviam prendê-los ou bater-lhes. Ou arrancar-lhes uma unha. Ou fazê-los ouvir um concerto inteiro dos Madre Deus. Realmente. Eu recomendo vivamente uma sanção exemplar para este senhor.

Não faz sentido perguntar ao monstro o que pensa sobre o ogre, pois não? Pelo menos, sem o inquirir sobre as suas próprias traquinices.

Ontem, o jornalista Manuel Fernandes Silva teve João Vieira Pinto à sua disposição em estúdio. Pediu-lhe opinião sobre a agressão do Pepe. Mas não se lembrou, o alarve, de perguntar ao menino se também lhe tinha parado o relógio na Coreia do Sul em 2002 quando acariciou com o punho o estômago do árbitro?

7 Comments:

At sexta-feira, 24 abril, 2009, Anonymous RRdisse...

A agressão do Pepe é um fantástico momento televisivo.

Mas a escola do Porto está a perder qualidades... Nem o André nem o Paulinho Santos seriam assim tão óbvios...

A tradição já não é o que era!

 
At sexta-feira, 24 abril, 2009, Blogger Soylent Greendisse...

Não concordo!
Ninguém melhor que um tipo com experiência no assunto para explicar uma situação difícil de entender para a maioria dos mortais. Eu teria preferido Tahar el Kalej, Paulinho Santos ou Sá Pinto mas parece-me que J V Pinto também está bem.

 
At domingo, 26 abril, 2009, Blogger Virgílio Bernardinodisse...

Ó BP:

O JVP deu um murro num cabrão de um árbitro, ainda por cima argentino que, como se sabe e à semelhança de todos os argentinos, tem um cabrão dum italiano dentro de si...

Posto isto e sabendo nós que o árbitro não é bem um ser humano, é mais um quadrupede, vulgo, 'boi preto', a 'bandarilha do JVP até se compreende e tem perdão.

Já a sucessão de tenativas de homicidio 'del portugues' (antes deste lance era 'el brasileño que juega en la selecion portuguesa') num adversário já não tem desculpas... Mesmo com a atenante desse adversário ser um cabrão de um... espanhol. Que, como se sabe, é bem pior que um argentino, porque tem outro cabrão de um espanhol dentro de si...

Abraço!

 
At domingo, 26 abril, 2009, Blogger leão verdedisse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 
At domingo, 26 abril, 2009, Blogger leão verdedisse...

Desculpem lá, mas o Pepe devia ser canonizado. Ele só deu dois pontapés num espanhol e um murro noutro. O nosso Nuno Álvares Pereira fez mais que isso e a muitos mais castelhanos e foi hoje elevado a santo.
Ingratos é o que vocês são. Um português bate em dois espanhois e vocês, quais Migueis de Vasconcelos, tomam o partido do inimigo.

 
At segunda-feira, 27 abril, 2009, Blogger francisdisse...

Muito bom o comment do Leão Verde.
Nem mais pá.

Na corrida Benfas houve um gajo que quis canonizar o Luis F Pneus e levou na tromba.

 
At segunda-feira, 27 abril, 2009, Blogger LionHeart (o autêntico)disse...

Muito bom mesmo, o comentário do Leão Verde.

O tipo ficou a ser um herói para mim: deu dois pontapés e um selo num cabrão dum qualquer espanhol e, ainda por cima, quem incha com os 10 jogos de castigo é o clube dele.

Assim é que devia ser sempre. Só por cá é que só há larilas. Queria ver se o panilas do Nuno Gomes era capaz de afiambrar no Lisandro.

Ficavam os dois arrumados e não se falava mais nisso.

Ahhh, que saudades do grande Sá Pinto. Esse sim, num os guardou nem deixou cair no chão.

 

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