Mãos ao ar

Blogue de discussão desportiva. Qualquer semelhança entre este blogue e uma fonte de informação credível é pura coincidência e não foi minimamente prevista pelos seus autores. Desde já nos penitenciamos se, acidentalmente, relatarmos uma informação com um fundo de verdade. Não era, nem é, nossa intenção.

quinta-feira, junho 28, 2007

O Público de Virtudes

Há um maluquinho no Lumiar que costuma sair à rua à noite. Veste um blusão escuro que o torna praticamente invisível em noites de lua nova, agarra num ramo de árvore tombado, coloca-se no centro da Alameda das Linhas de Torres e desata a controlar o trânsito. Não é perigoso, não é mal educado, não coloca problemas a ninguém – excepto a mim, que fico tentado a atropelá-lo quando ele irrompe da escuridão, por trás de um plátano, enquanto berra: “Infracção! Infracção!”
Tirando isso, o maluquinho é muito normalzinho: faz o trabalho imaginário dele, tão inútil como estapafúrdio, e os automobilistas retiram o desconto devido à excentricidade, ignorando-o olimpicamente.
Submeto aos senhores que o jornal “Público” é o maluquinho da imprensa portuguesa. Ninguém lhe liga, ninguém o compra, mas ele prossegue, impávido, como se marcasse a agenda pública. Enquanto o bom povo português ignora o tratado europeu, o “Público” insiste no assunto. Quer referendos. Debates públicos. Sessões de esclarecimento. Esquece a regra basilar da politica portuguesa: chegado ao mês de Junho, isso dos tratados está muito bem, mas o bom povo quer mesmo é levar tupperwares de meloa e pastéis de bacalhau para a praia.
As criticas de cultura do jornal não se prendem com essas minudências que são os leitores. Da sua leitura, depreende-se que os respectivos autores, se pudessem, fechar-se-iam numa sala com os artistas retratados e falariam longamente sobre o mundo novo, aquele que há-de vir, quando as turbas se deslocarem ordeiramente do estádio para a galeria, da igreja para o museu, do peep-show para a sessão de teatro experimental.
(Há duas semanas, um dos cronistas dissertou longamente sobre a lenda do unicórnio – oh senhores, o unicórnio? Adivinho o esgar incomodado do Manel e da Maria:
Oh home, o unicórnio é aquele que só foi encornado uma vez?)
A critica é, em si, um exercício umbiguista, como o meu sinaleiro do Lumiar, que gesticula mesmo quando ninguém obedece. Mais um exemplo: no mês passado, o jornal dedicou quatro páginas ao artista plástico Pedro Cabrita Reis. Para quem não conhece, Pedro Cabrita Reis é um artista cujas exposições devem ser calcorreadas de lança-chamas na mão porque a tentação de incinerar aquela amálgama de papel, arame e pedra é grande, sobretudo depois de termos pago o bilhete de entrada. Ganhou um ou dois baldes de prata, prémios da bienal do Huambo, mas, para o comum dos mortais, torna-se extremamente difícil distinguir o andaime-que-faz-parte-da-exposição do andaime ferrugento que ficou no museu desde a rotura da clarabóia no Inverno passado. O “Público”, porém, dá instruções para que nos interessemos.
Este ano, o “Público” acumula desaires imperdoáveis. Publicou uma página noticiosa plagiada do Wikipedia. Foi condenado pelo Supremo Tribunal por publicar uma notícia falsa [por acaso, sobre o Sporting…] e, não contente com isso, subverteu o conteúdo do acórdão definitivo, dando a entender que fora condenado sem razão. Na semana passada, um leitor queixou-se de uma notícia afixada online com erros factuais, e o jornal corrigiu-a sub-repticiamente, como se nada fosse, sem uma nota editorial, um aviso…
Dir-me-ão que são pequenas falhas, pequenos desvios percentuais no comportamento ético de um jornal de referência. Contraponho que um desvio percentual tem alguma importância: lá diz o doutor House que, com uma variação de 1% no DNA do José Manuel Fernandes, passamos a ter um golfinho! Em retrospectiva, um golfinho estaria mais habilitado para dirigir o jornal. Pelo menos, não apoiou a invasão do Iraque!
Do alto do seu saber consolidado, ciente do seu peso na crítica de arquitectura portuguesa, o “Público” escolheu agora o Estádio José Alvalade como um dos potenciais “monstros” da arquitectura, que serão eleitos em votação online. Depois de consultada uma vara de especialistas, o jornal chegou a esse fantástico desígnio. Como o maluquinho do Lumiar, o “Público” gesticula e traça directivas. Felizmente, ninguém obedece.

37 Comments:

At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Sancho Urracodisse...

Esqueceste-te de uma coisa - provavelmente a coisa mais digna - que o´"Público" alguma vez publicou: fez menção a esse estimável blogue que dá pelo nome de "Mãos ao Ar". Imperdoável, Bulhão, imperdoável...

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Anonymous Henrdisse...

O Alvalada XIXI ganhou o bidé de ouro na bienal de design de WCs e agora o Público faz-lhe uma destas... Se o arquitecto Taveira apanha o Fernandes no seu gabinete, vai ser bonito, vai! ...O que custa é a cabecinha!

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Sirdisse...

Com que então o gajo do galho no Lumiar és tu, Bulhão. Eu bem que desconfiava..

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Grind Ondisse...

Por ser um monstro é que vou mijar aquilo tudo quando o Belém for lá humilhar o Bayern de Munique! (algo que o clube do Lumiar não conseguiu fazer).

Esse maluquinho deve ser muito discreto, porque eu também moro para esses arrabaldes e nunca dei por nenhum maluquinho no meio da estrada. Agora, nos dias de jogos do Sporting aquela merda parece um manicómio.

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Anonymous Anónimodisse...

Eu detesto o ze manel fernandes, e embora ache que a pintura do alvalade é deprimente, a engenharia por debaixo até que é bem interessante, já agora também detesto o taveira.
Porque não, seguir as sugestões dos leitores deste blog, e juntar, na salinha onde os itelectuais do publico se fecham para pensar nosso mundo, o ze manel de cu para o ar, o taveira e a sua arrogancia de quem anda de ferrari e deixá-los discutir o alvalade xxi.
Tenho a certeza que no fim, sairia melhor do que uma obra do cabrita reis

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger NMBdisse...

Bulhão Pato,

Recordo-me de ler aqui alguns elogios públicos do JayJay e do Chalana ao arrojo arquitectónico do Alvalade XXI...

Recordo-me, também, de ler aqui que alguns teus consócios do Belém (dá mesmo para usar o plural?) também por lá quiseram deixar a sua marca...

Mas convenhamos que o principal ofendido é (não o Sporting, mas...) o Arquitecto que assinou o projecto. Que se propõe ele fazer-lhes quanto a isso?

Sancho Urraco,

Recordo-me agora dessas linhas memoráveis (e justas) para a blogoesfera.

Chegaram a convidar os autores do blogue para uma daquelas sessões em que se fechariam convosco numa sala e "falariam longamente sobre o mundo novo, aquele que há-de vir, quando as turbas se deslocarem ordeiramente do estádio para a galeria, da igreja para o museu, do peep-show para a sessão de teatro experimental"?

Só por curiosidade...

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Anonymous Irenedisse...

Bárbaro! Não acredito que fosses mesmo ver uma exposição de Pedro Cabrita Reis com lança-chamas...

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Sociedadedisse...

o estádio do outro lado só não entra para a lista porque as obras inacabadas não têm esse privilégio.

MdG

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Bulhão Patodisse...

Até ia, Irene. Até ia.
Mas, na Gulbenkian, levam mais dois euros se quisermos incinerar arte contemporânea. E eu já estava a ferver com os quatro que paguei à entrada.
Caramba, 4 euros é o preço do bilhete de época no meu Belenenses!
(considera isto uma gentileza, Grind On).

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Anonymous Irenedisse...

Filisteu!

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Bulhão Patodisse...

Não...
Bulhão!

NMB: nem me digas nada! Tivemos de dormir duas vezes com o José Vítor Malheiros para conseguir uma simples menção ao blogue no "Público". Irra! Deve ser a isso que o Saramago se refere, quando fala de escritores sofridos...

 
At quinta-feira, 28 junho, 2007, Blogger Chalana (o anti-bulhão)disse...

Eh só rir. Bem feito! Aquilo é uma merda mesmo, por isso ali é o seu lugar - entre as maiores merdas.
Já as Maravilhas são desvendadas na Catedral.
Aprende, palhaço, que eu não duro sempre. Campoeões somos nós. SLB4ever.
(e já votei mais de 10 vezes na vossa casa de banho)

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger joaquim agostinhodisse...

O chalana no seu melhor!!!!

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger LionHeart (o autêntico)disse...

Pois eu usava era o lança-chamas nesse filho-de-p#t% do José Vítor Malheiros. Mesmo sabendo que o cheiro a carne de porco queimada é nauseabundo. E sim, o conjunto de "especialistas" escolhido é mesmo uma vara, pois é esse o nome que se dá a um conjunto de porcos.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Jedi Master Atomicdisse...

"Depois de consultada uma vara de especialistas..."

Bulhão, não sei se fizeste de propósito mas o termo "vara" aplica-se mesmo com todo o sentido literal da palavra.

LOL

PS: Nunca vi um maluquinho na Alameda das linhas de torres de noite, mas já vi um de dia que se põe a geticular para o transito. Deve ser o mesmo !!!

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Bulhão Patodisse...

Anteontem, em frente ao CC Lumiar, lá estava ele outra vez.
INFRACÇÃO!

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous Jay Jay Okochadisse...

Ihihihih! O Público viu a evidência: o vosso estádio é uma nódoa no tecido urbano de Lisboa e de Portugal, ainda por cima agravado porque está mesmo à vista mal os estrangeiros saem do avião. Façam um favor: despeçam o arquitecto, mas não matem o pobre do mensageiro que vos transmitiu que o estádio era feio.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Dezperadodisse...

Fiquei impressionado com o comentário do NN Gay. Não sabia que já conseguiam navegar na net e ainda por cima escrever duas frases seguidas, a quem é que pediste ajuda para tamanho feito???

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous Anónimodisse...

e com uma variação de 0.0000000001% no DNA do José Manuel Fernandes, passamos a ter o Chalana...

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous casualdisse...

Estranhas coincidências:

A sede do Público já foi no Lumiar.

José Manuel Fernandes (o quase golfinho) é licenciado em biologia.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous Anónimodisse...

Gosto de ver os lagartos e os merdas a discutirem quem tem o estádio mais horrível. Dos estádios mais horríveis, em 1º Lugar está o dos lagartos; em 2º lugar o estádio dos ovos-moles; em 3º o estádio dos merdas. Chiça que é muito para um país tão pequeno...
Grilo Falante

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous PAPOILA SALTITANTEdisse...

O que eu gostava de ler aqui, era "o estádio do sporting até é bonito". Nem era preciso dizer mais, mas até agora nada.
Nem vocês gostam daquela porcaria, engavetada entre o metro, a churrasqueira, o lar das Nojeiras Pinto, a 2ª circular, etc.
Não sei se é da má influência do vosso estádio e da vossa quinzenal passagem por aquelas bandas, mas toda aquela área é um atentado arquitectónico. Além disso costuma cheirar mal por ali.
O vosso estádio é feio e quero ver quem é o primeiro lagarto a redundar no mau gosto e vir aqui assumir que gosta daquela porcaria.
Como contraponto temos a obra arquitectónica dos Antas. Bonito, mesmo lindo de morrer, de constipação.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Bulhão Patodisse...

Eu GOSTO do meu estádio.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger NMBdisse...

A papoila saltitante também... Mas prefere um estádio inacabado a tresandar a churros e coiratos (com pelo, como é da praxe!).

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger capicua101disse...

O Papoila ainda chama estádio ao Alvalade XXI, está correcto! Agora aquilo que está à frente do CC Colombo, é que nem estádio merece ser chamado, no máximo, vá lá, parece-se com uma ETAR gigante, pronto...

SL!

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Raul Henriquesdisse...

O problema do nosso estádio não é de estrutura. Estruturalmente até é bom e funciona, nomeadamente quanto ao calor humano, por ter uma forma oval fechada, que concentra as reacções do público ao que se passa na arena. O problema está na decoração, que é, de facto, bem merdosa. Uma má escolha de cores e uns azulejos que dá para esquecer...
Outro problema é o do ermo ali ao lado, por virtude do Metro, da Câmara e das sucessivas direcções do Sporting; quem se lixa com isto é o nosso clube.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Mark3rdisse...

Galinheiros, capoeiras, lixeiras e frigorificos não entram na votação, como tal safaram-se.

E sim, eu digo que o Estádio de Alvalade é fantástico, um arrojo arquitectonico e de longe o mais bonito que foi construido na nova vaga de estádios.

Para além disso é o único com acustica prevista e tem um ambiente que mais nenhum cria...

Ide comer no cú e votem no Magnifico Alvalade, só porque sim, afinal estamos na mesma lista do Cristo Rei, da Igreja de Santa Luzia em Viana do Castelo, do Oceanário de Lisboa, etc.

Para estar ao pé de tão ilustres edificios, só significa que Alvalade XXI está mesmo um passo à frente...

Vcs têm simples estádios, nós temos uma obra de arte, que como qualquer obra está sujeita a gostos, a vossa clubite impede-vos de apreciar...

Temos pena da vossa pequenez de horizontes, afinal não nos afirmamos como superiores por acaso, somos mesmo superiores à vossa rebarba, não atinge, mudem is IP´S e votem todos 300 mil vezes, façam daquilo o maior horror de Portugal...

Acham que adianta algo? Acham que nos importamos?

Sois patéticos...

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous Anónimodisse...

Falou e disse !!! Fantástico !!!

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Sirdisse...

Com seriedade: compreendo que vocês, como Sportinguistas, achem o vosso estádio muito bonito. Eu, sinceramente, numa visão o mais parcial possível, considero-o muito, muito feito e garrido. E digo parcial, porque eu odeio muito mais o fcp, mas sou capaz de admitir que o Dragão, apesar de ser uma cópia do Estádio do Leipzig, é muito bonito.

Por último, a Luz, que por fora pode assustar um bocadinho, mas por dentro é o mais imponente de todos.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Blogger Sirdisse...

By feito I mean feio. Muito feio.

 
At sexta-feira, 29 junho, 2007, Anonymous estrebuchar do mortodisse...

O Estádio José Alvalade (e não "José de Alvalade", "de Alvalade" ou "Alvalade XXI", como já vi burgessos aqui escrever) é lindo. Se gostam mais de monstros de betão, de aspecto inacabado, para albergar o povão, dêem uma volta para os lado do Colombo e fiquem por lá a apreciar. Eu fico com os meus azulejos de autor.

 
At sábado, 30 junho, 2007, Anonymous Anónimodisse...

Os merdosos (que já não têm argumentos para justificar aquele merdete que mais parece uma a cesta de pão inacabada e que mesmo assim acham aquilo uma maravilha), criticam os acabamentos do estádio de Alvalade, admitindo, por outro lado, que o seu estádio é um pouco esquisito por fora, mas com ambiente fantástico por dentro. Afinal estão a falar de interiores ou exteriores? É que de exteriores, seja com azulejo ou tinta, parece não haver discussão possível (mais dor de cotovelo). É como comparar um tijolo com um presente todo embrulhadinho com o respectivo laço e quanto ao «fantástico ambiente interior», há que experimentar primeiro antes de criticar. Não foi por acaso que o estádio de Alvalade recebeu testes de optimização acústica do LNEC e apareceu inclusive como exemplo de um recinto com soberba qualidade acústica no jornal da ordem dos engenheiros. É claro que os merdosos desconhecem isto e os que têm conhecimento, não lhes convém falar. Os azulejos podem ser de gosto duvidoso no presente, mas serão elogiados no futuro. Aliás, é sempre assim. A arquitectura não é estática.

Quanto ao estádio dos porcos, não vejo onde está a beleza exterior do mesmo. Parece um barracão pintado de branco, e sempre igual em todo o seu redor. Quanto a condições de conforto e comodidade, também acho que não vale a pena falar, pois aquelas 2 grandes entradas de ar, tornam-no num frigorífico gigante no inverno e quem o diz, é quem já lá esteve.

E se querem ouvir, eu digo-vos: o estádio de Alvalade é muito mais que o estádio mais bonito de todos os estádio que foram construídos - é um estádio projectado e construído para continuar a ser bonito no futuro.

 
At segunda-feira, 02 julho, 2007, Blogger Diego Armésdisse...

Bulhão, vais perdoar-me a ousadia: concordando com uma elevada percentagem do que dizes no texto, não posso deixar de reconhecer que o motivo da tua indignação é, por assim dizer, um saco vazio. Um sacor verde e branco, no caso. O Estádio de Alvalade XXI é, sem dúvida, uma aberração arquitectónica. A culpa não é do sportém - a única que pode ser-lhe imputada é pela desatenção na escolha do arquitecto, depois dos exemplos das Amoreiras e do BNU da 5 de Outubro (agora CGD). Mas lá que a banheira é feia que dói... disso, ninguém duvida.

 
At terça-feira, 03 julho, 2007, Blogger Bulhão Patodisse...

Caramba! Tu és a última pessoa que se deveria queixar de um edifício com uma guitarra na fachada, como o do BNU na 5 de Outubro!!!! Uma guitarra! Repito: uma guitarra.

Sobre o meu estádio: é o edifício mais bonito de Lisboa. É lindo. E não consigo discutir mais

 
At terça-feira, 03 julho, 2007, Blogger Diego Armésdisse...

Tudo bem, tem uma guitarra. Mas, guitarra por guitarra, acho que a fachada do Hard Rock Café tem mais charme. É mais sóbrio, mais discreto. Enfim, gostos... E tu devias concordar comigo. Se o edifício se chama Condes, é coisa para vocês, chavalada aí da nobreza, gostarem.

 
At quarta-feira, 04 julho, 2007, Blogger Visigordodisse...

Aha, cá está, eu sabia que já nos tinhas chamado de nobreza em qualquer lado.

 
At segunda-feira, 09 julho, 2007, Blogger Corrosivodisse...

Bulhão

Obrigado por este post. Eu não costumo ler o Publico, mas graças a este post foi alertado para a existência desta votação e lé fui cumprir o meu dever contribuindo para que o Alvalixo fosse o grande vencedor desta votação.

Finalmente pode-se dizer que o Sporting conquistou algo com mérito.

abraço

 

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